sexta-feira, 21 de abril de 2017

Estes dias, um inocente fez um comentário sobre uma postagem de uma amiga minha, que alertava sobre o perigo da invasão islâmica ao ocidente...
Ah, eu não aguentei. Dei logo uma saraivada.
Foi assim:
Fulano de tal. E você acha que eles vão fazer isso?? Nunca eles não conseguiriam mesmo se tentassem, olha o tanto de religião que existe nesse país e vê se algum deles já mudaram o Brasil
Repliquei:

Rogério Batista Ayres Caro Victor. Não é um pensamento sem fundamento.
Infelizmente você é um dos que pensam que os islâmicos nos vêem como nós os vemos, com benevolência e amor, tanto a eles quanto a quaisquer membros de outras religiões.
NÃO É ASSIM. Desafortunadamente a 
realidade é diferente do que você crê, uma vez que dentro do alcorão existem diversas suratas (capítulos) que ordenam a MORTE de quem não adore Allah e seu profeta, Muhammed. Aliás, morte, embuste, extermínio e engodo.
Eles foram instruidos por seu profeta (e está lá, para quem quiser ler) que a eles é lícito ludibriar os "infieis" da crença deles.
Enquanto o cristianismo diz "AME seu inimigo" o islam diz "MATE seu inimigo".
O islam prega o açoite de mulheres; estimula a escravatura e legaliza a poligamia pedofilia.
É, por conta do que está escrito em seu livro sagrado, incompatível e intolerante com qualquer outra crença (ou descrença), mas exige de nós tolerância até o ponto onde começam a ter voz ativa e demandam a aplicação da Sharia (as leis bárbaras atreladas ao Quran).
Ocorre que desde o 11 de setembro tem se tornado cada vez mais difícil para esses povos penetrarem legalmente em países de maioria cristã, nos quais não tem tanto interesse em converter, mas se reproduzir e, a longo prazo dominar (pois é cediço que taxa de natalidade tem caído no ocidente a ponto dos descendentes islâmicos fiquem destinados a preencher esse vazio demográfico).
Há ainda outro problema: Todos os descendentes de países islâmicos preservam sua cultura nacional (assim como os judeus) e, da forma como foi concebido, o mecanismo de nacionalidade ocidental inocentemente considera um cidadão, com todos os direitos legais, aquele que nasce no local (sem considerar sua filiação e cultura).
Grave erro.
Os islâmicos são capazes de odiar a terra que os acolheu e considerar somente sua cultura ancestral por gerações. Vira um verdadeiro câncer. 
Triste realidade.
TENTE VOCÊ, cristão, ou budista, ou ateu, tentar imigrar para a Arábia Saudita, por exemplo... Simplesmente não será aceito se não se converter ao culto do deus lua (Baal, hoje conhecido como Allah).
E se for para aqueles cantos, sugiro que não porte a bíblia ou defender o evangelho, pois você será morto, de forma lícita.
Ah, você não acredita?
Então leia esta surata:
"(9:5;29) – Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os… Combatei aqueles que não crêem em Allah e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Allah e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião…"
Mais uma:
"(Surata 2:191) – Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos."
Só mais uma... (LEIA BEM!):
"(Surata 4:91)…capturai-os e matai-os, onde quer que os acheis, porque sobre isto vos concedemos autoridade absoluta."
ENTENDEU AGORA? E há muitas outras, meu caro.
Eles nos odeiam por força de seu livro e isso e irremediável. Ter este povo aqui é dar abrigo a cobras sob o berço de seu filho.
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Rogério Batista Ayres Fulano de Tal, Você "acha" que eles não vão fazer isso? Você, de fato é um inocente. Eles JÁ ESTÃO fazendo isso, só que em países potentes e chaves como França, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos, sendo que nos três primeiros eles já se manifestam fazendo exigências para que "respeitem" a Sharia (sendo que eles não respeitam as leis locais).
É só procurar no noticiário.
E eles pensam a longuíssimo prazo (e você, aparentemente a curto prazo). Então você não sabe que a taxa de natalidade no ocidente baixou para 1:2 em famílias não islâmicas, enquanto a taxa de natalidade em famílias islâmicas é de 12:2 (por esposa)??? Multiplique isso por 50 anos e você ficará bem assustado com a matemática, que não mente.
E, a propósito de invadir e dominar, eles, há 800 anos já haviam conseguido invadir a Europa até a península Ibérica, sendo expulsos para além da atual Istambul pelos cruzados (que se levantaram contra o islam porque alguns soberanos na Espanha e Inglaterra LERAM o maldito Quran e seus mandamentos de ódio), que enterrou o Império Otomano (estude sobre isso) - e eles não esquecem esse vexame. 
Seu ódio é profundo, assim como sua paciência e resiliência. JAMAIS os substime.
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Rogério Batista Ayres Fulano de tal. Só para finalizar: Somos um país cristão, nossas crenças, costumes e culturas são diametralmente diferentes das deles e NÓS é que temos que acolhê-los? NÓS é que yemos que respeitá-los e às suas crenças e costumes na NOSSA casa? Por interesse de quem?
ENQUANTO ISSO, A ARÁBIA SAUDITA, VIZINHA DELES, ISLÂMICA, RICA PRODUTORA DE PETRÓLEO PROÍBE A ENTRADA DE SEUS IRMÃOS ISLÂMICOS!!!
Isso tem um motivo: o conclave dos 300 Imans decidiu que a única forma de islamizar o mundo é pela colonização; pela multiplicação de descendentes e a Arábia Saudita JÁ É 99,9% muçulmana, ou seja, não tem o menor interesse. ENTENDEU?
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Rogério Batista Ayres E, se você é cristão, aconselho também a ver isso:
https://www.youtube.com/watch?v=cO2naqxQ6hQ&spfreload=10
YOUTUBE.COM

.
Para lulopetistas que INSISTEM na cantilena de que os colaboradores "não provam":
Entendam de uma vez por todas: Eles SÃO as provas!
Ah, não acreditam, então tomem:
"Art. 3º Em qualquer fase da persecução penal, serão permitidos, sem prejuízo de outros já previstos em lei, os seguintes meios de obtenção da PROVA:
I - colaboração premiada;"... 
(art. 3º, inciso I da Lei 12.850 de 2 de agosto de 2013).
Meus caros, há um marco na história recente do Brasil, que todos tem dado pouca importância, mas foi a chave para jogar luz em toda essa sujeira que todos os dias são delatadas.
Trata-se da Lei 12.850 de 2 de agosto de 2013.
Ela foi o resultado do apavoro do Congresso Nacional em dar uma resposta depois das manifestações de julho daquele ano.
Mas ela foi muito mais que isso: Um simples inciso (o primeiro do artigo terceiro) inverteu os destinos dos corruptos e chupins da república ao definir como PROVA as colaborações com a Justiça, vulgarmente conhecidas como "delações premiadas".
Sem esse simples dispositivo, NADA do que hoje se vê teria sido possível, pois ao delinqüente era mais vantajoso se calar e esperar que o Ministério Público provasse algo contra ele. Com isso, imperava a "lei do silêncio" onde tudo ficava obscuro... Todo mundo sabia, mas ninguém abria o bico. Não havia o menor interesse. 
Depois dessa Lei, a coisa virou 180º, principalmente com o exemplo de Marcos Valério, que, abandonado pelos comparsas, pagou o pato de Lula, a quem inicialmente protegeu, ganhando como contrapartida de todos os seus "sacrifícios" mais de 45 anos de cana, perdendo praticamente tudo que tinha.
"Ah, mas antes dessa lei também se descobria. Veja o caso de Collor e do mensalão"... Mas não mesmo! Tanto um como outro foi questão de sorte pura, mas ambos resultaram de delações gratuitas e expontâneas: Pedro Collor, com um tumor na cabeça, achou que Thereza havia transado com o irmão e o dedou, morrendo logo depois; Roberto Jefferson, chutou o pau da baraca por motivos que só ele pode explicar, pois foi condenado juntamente com os outros.
Pode-se dizer, inclusive, que Jefferson e Pedro Collor foram os inspiradores dessa bendita e benvinda Lei, que inibiu 30 anos de corrupção e 13 de saques descarados e escancarados.
Assim, caso não derrubem essa Lei, tenho esperança no futuro sim. Ainda.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Textos que eu gostaria de ter escrito II

6 FATOS QUE SEU PROFESSOR ESQUERDISTA NÃO TE CONTOU

1. O comunismo falhou miseravelmente




Estima-se que os regimes comunistas tenham matado pelo menos 100 milhões de pessoas em todo mundo, ao longo do século XX. É o que conta, por exemplo, o polêmico Livro Negro do Comunismo. O número pode até ser contestado, mas tentar minimizar a enorme tragédia humana que representaram os regimes comunistas é puro revisionismo. Crimes de tamanhas proporções deixam rastros visíveis demais para serem negados.

Este número inclui não só os mortos pela repressão política totalitária, aspecto que muitos na esquerda dita "moderada" admitem, mas inclui também os mortos em consequência de políticas econômicas desastrosas, tais como os confiscos que resultaram na fome russa de 1921 e no Holodomor ou a coletivização forçada do campo, implementada por Mao Tse Tung que resultou na Grande Fome Chinesa, que por sua vez matou cerca de 45 milhões de pessoas. (Veja o documentário sobre A Fome Chinesa que publicamos em nosso canal)



Alguns desses regimes foram letais ao extremo. É o caso do Khmer Vermelho no Camboja que conseguiu exterminar nada menos que um quinto da população do país. 

O pior de tudo é que o comunismo acabou desmoronando em todos estes países e seu modelo teve que ser abandonado. Centenas de milhões de pessoas morreram em vão, em nome de um ideal fracassado.

Mas não só o velho comunismo falhou, os novos modelos de socialismo parecem ter trilhado o mesmo caminho trágico. O assim chamado "socialismo do século XXI" praticado na vizinha Venezuela já entrou em completo colapso econômico e socialA crise econômica e a carestia é uma das mais severas do mundo e a violência incontrolável é um dos sintomas da decadência total.


2. A teoria de Marx foi refutada



Karl Marx construiu toda a sua teoria em cima de uma ideia equivocada, herdada dos economistas clássicos: A teoria do Valor Trabalho. Segundo a teoria do Valor Trabalho, o valor real de  uma mercadoria era definido pela quantidade de trabalho investido na sua produção.

Com base nisso, Marx arroga ter descoberto o conceito da Mais Valia que dizia o seguinte: Se a mercadoria vale a quantidade de trabalho investida na sua produção, para que o patrão, que não trabalha diretamente na produção, tenha lucro, ele precisa pagar aos funcionários, um valor menor do que o trabalho que eles exerceram na produção da mercadoria. Dessa forma, os patrões exploram o proletariado.

Porém Marx estava errado em vários pontos, desde o diagnóstico do problema, até a sua solução. A Teoria do Valor Trabalho foi refutada pela teoria da Utilidade Marginaldesenvolvida simultaneamente por três economistas: Stanley Jevons na Inglaterra, Leon Walras na França e Carl Menger na Áustria. Os três, ao mesmo tempo, em países diferentes e praticamente sem entrar em contato um com o outro, perceberam que o que confere valor a uma mercadoria não é o trabalho, mas a sua utilidade. 
Uma mercadoria que exigiu muito trabalho para ser produzida não terá nenhum valor se não for útil. Portanto, é a utilidade que as pessoas conferem às mercadorias que determina seu valor. Os custos de produção, entre eles o do trabalho, é que precisa se ajustar aos preços de mercado.

Especula-se que esta antítese esteja por trás da atitude de Marx de adiar a publicação dos volumes seguintes da sua obra máxima, O Capital, que só foram publicados após sua morte.

Outros economistas posteriores como Ludwig von Mises e Friedrich A. Hayek dariam mais detalhes sobre a inviabilidade do socialismo, explicando que dessa forma, a única maneira de medir a utilidade de um produto é através do mecanismo de oferta e demanda do livre mercado. Mises explicou que sem mercado, não existe preço e que sem preços, não existe cálculo econômico. Isso deu origem ao famoso debate sobre o cálculo econômico no socialismo, que depois foi respondido por outros teóricos marxistas.
Mas o que colocou um ponto final no debate, foi a argumentação de Hayek, prêmio Nobel de Economia de 1974, que no artigo, O Uso do Conhecimento na Sociedade, explicou que o planejamento central da economia exigiria que o estado concentre uma quantidade imensurável de informações, um volume tão grande que estado nenhum no mundo é capaz de reunir.
Mas não só de economia é feita a análise marxista. A pretensão "científica" de Marx foi refutada por Karl Popper, um dos maiores teóricos da ciência de todos os tempos em seu brilhante livro A Sociedade Aberta e Seus Inimigos.



3. O fim não está próximo



Com base na sua ideia de Mais Valia e de exploração do proletariado, Marx previu que a situação dos trabalhadores iria se deteriorar cada vez mais. As contradições típicas do capitalismo deveriam se intensificar, gerando ciclos econômicos e crises frequentes, com cada nova crise sendo pior que a anterior, até que chegaria o momento em que o capitalismo entraria em total colapso, os trabalhadores então iriam se revoltar, fariam uma revolução e implantariam o socialismo.

Só que nada disso aconteceu. Na verdade aconteceu exatamente o contrário.

Diferente do que Marx e os historiadores de viés marxista defenderam, desde a revolução industrial, o bem estar das massas trabalhadoras só tem aumentado, como demonstrou o historiador australiano Ronald Max Hartwell.

O capitalismo é marcado por crises constantes sim, mas ele sai mais forte de cada uma delas. A Grande Depressão foi com certeza a maior de todas as crises do capitalismo, mas isso já foi há mais de 80 anos, desde então, o capitalismo jamais passou por outra crise semelhante e é inegável que, de lá pra cá, a qualidade de vida e a economia prosperaram enormemente.

E o fenômeno se estende até tempos mais recentes. Entre 1998 e 2008, dois anos antes da meta estabelecida pela ONU, a extrema pobreza no mundo caiu pela metade e em 2015 ela caiu para menos de 10% da população mundial pela primeira vez na história da humanidade. E isso em plena crise mundial. Enquanto a esquerda tenta pintar um cenário apocalíptico, a mortalidade infantil também caiu pela metade nos últimos 25 anos. Definitivamente, o mundo nunca esteve melhor. Esqueça também os noticiários pessimistas, segundo o psicólogo canadense Steven Pinker, o mundo nunca foi tão pacífico, e o livre comércio entre os países é um dos grandes responsáveis pelas relações mais amistosas.
Mas o que teria causado esse enorme progresso social e humano? O que aconteceu de especial no mundo nas últimas décadas? Basicamente duas coisas: O fim do comunismo e ascensão do chamado "neoliberalismo", sobre o qual falaremos mais adiante.



4. A maioria dos países mais pobres do mundo tiveram regimes de inspiração socialista por longos anos



Você já deve ter ouvido falar que a culpa pela fome e pela miséria no mundo é do capitalismo.
Mas o que seu professor esquerdista não te contou é que o socialismo já foi e continua sendo, uma força extremamente influente em todo o mundo. Só o velho comunismo marxista-leninista, chegou a governar a vida de cerca de um terço da humanidade, isso sem contar os inúmeros governos e regimes de inspiração socialista.

Muitos países que você imagina serem vitimas do capitalismo já tiveram regimes de inspiração socialista. Só no continente africano, por exemplo: AngolaMoçambiqueBenimRepública do CongoEtiópiaGuiné-BissauZimbábue e Somáliativeram suas economias destruídas por regimes comunistas que duraram vários anos e quase todos continuaram tendo economias bastante controladas pelo estado mesmo depois disso.

Seu professor esquerdista também deve ter falado pouco sobre regimes de inspiração socialista no Iêmen, sobre o Partido Baath no Iraque e na Síria, sobre os vários governos socialistas que começaram na Bolívia ainda em meados do século XX ou que países que fizeram parte da União Soviética e que mantiveram um modelo parecido, mesmo com o fim do comunismo, como é o caso do Uzbequistão, tem a maior parte da sua população na miséria.

Também não deve ter falado que a Índia, país que concentra a maior parte dos miseráveis do mundo, por quase 40 anos, teve uma sucessão de governos inspirados no socialismo fabiano e na economia soviética. Durante todo este período o país esteve completamente estagnado e só começou a crescer nos anos 90, justamente depois que o governo promoveu amplas reformas liberais, que apesar de tímidas, já conseguiram reduzir drasticamente a miséria no pais.


5. Os países mais liberais estão entre os mais desenvolvidos ou entre os que mais rápido se desenvolvem



Outra coisa que seu professor esquerdista não deve ter te contado, é que todos os países com IDH considerado "muito alto" são, de uma forma ou de outra, capitalistas.
O Banco Mundial, realiza anualmente um ranking com os países mais favoráveis aos negócios, ou seja, aqueles com menos burocracia, com legislação mais enxuta e eficiente, com mais proteção a propriedade privada e com mais segurança jurídica. Nota-se uma evidente correlação entre os países que oferecem um ambiente melhor para os negócios e o nível de desenvolvimento de cada país.
A Câmara Internacional do Comércio publica outro ranking, com os países mais abertos ao livre comércio exterior. Também é possível notar a correlação entre livre comércio e desenvolvimento.
E por fim, há o Índice de Liberdade Econômica, feito pelo Cato Institute, que simplesmente classifica os países mais e menos economicamente liberais. O estudo anual, embora seja acusado de ter um viés ideológico quase que assumido, apresenta uma metodologia muito honesta e bem elaborada.

Aposto, por exemplo, que seu professor esquerdista jamais te contou que a Alemanha saiu dos destroços da II Guerra Mundial seguindo uma doutrina econômica chamada "ordoliberalismo". Ou que a Itália também se reergueu da II Guerra, até ultrapassar a economia britânica em tamanho, graças às reformas liberais de Luigi Einaudi.
E você sabia também que a Suíça, um dos melhores países para se viver no mundo, não tem um sistema de saúdeuniversal como o SUS, não tem salário mínimo e tem uma carga tributária menor que a do Brasil?

E o que dizer de Hong Kong, considerado por muitos, o país mais liberal do mundo? Até meados da década de 50, Hong Kong era um típico país pobre de terceiro mundo, mas hoje está na 12ª posição no ranking de Qualidade de Vida. Hong Kong também é um dos paises com melhor sistema de educação (sistema que conta com ampla participação do setor privado inclusive), é um dos menos violentos do mundo e tem uma das mais elevadas expectativas de vida do mundo.
Claro, existem países relativamente liberais e que não são desenvolvidos, ainda, mas que estão no rumo certo. Um bom exemplo é o Peru, que depois de vários anos de governos liberais na economia, como os dos ex-presidentes Fujimori eAlejandro Toledo, agora é uma das economias que mais crescem na América do Sul. Também é um dos que vem reduzindo a pobreza em tempo recorde - Passaram de 54% da população vivendo na extrema pobreza em 2001 para 23% em 2012.

Mas enfim, os cases de sucesso do liberalismo econômico são muitos, daria pra escrever artigos e mais artigos só com exemplos desse tipo. Mas se esse presente artigo conseguiu te tirar da matrix e despertar alguma curiosidade em você, já me dou por satisfeito.


6. Distribuição de Renda pode não servir pra nada


Os socialistas dão a entender, através de seu discurso, que a desigualdade é o grande mal do mundo. Para descreditar as políticas liberais, apontam para um "aumento da desigualdade" como se isso fosse sempre um mal e como se igualdade fosse sempre um bem.

São incapazes de perceber que desigualdade não significa pobreza e que igualdade não significa riqueza. Um povo pode ter igualdade, mas serem todos iguais na pobreza. Da mesma forma, outro povo pode, apesar da desigualdade, garantir um nível de vida satisfatório para os mais pobres.

A prova disso é que a desigualdade medida pelo Coeficiente GINI, revela algumas coisas bem interessantes:

- A Etiópia é um dos países mais igualitários do mundo. É inclusive mais igualitária que a média dos países da União Européia. Outro que também está entre os mais igualitários é o Paquistão.
Mas onde é que existe mais pobreza? No Paquistão e na Etiópia ou na União Européia?

- O Timor Leste é mais igualitário que Espanha, Canadá e França

- O Bangladesh, outro país que concentra massas de miseráveis é mais igualitário que Irlanda e Nova Zelândia.

- A Índia é mais igualitária que o Japão.

- O Malawi é mais igualitário que o Reino Unido.


E a lista segue adiante. Os exemplos são inúmeros mas todos eles levam a uma conclusão inequívoca: Igualdade não serve pra porcaria nenhuma.